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Árvore Genealógica dos Carajá de Minas Gerais.
Fonte: Eni Carajá, 2021.

Esse grupo indígena conflui também com a Etnia Pataxó Hã Hã Hãe – Kariri Sapuyá de origem em Jequié na Bahia, dando multiplicidade étnica a família da liderança Eni Carajá Filho, e trazendo tons diferenciados e que se encontram quando o trato é a etnologia indígenas, questões antropológicas, de ciências sociais e arte. O grupo conta com estudantes universitários em Pedagogia,  Engenharia eletrônica, Mecânica, Belas Artes, Antropologia, Ciências Biológica, e formados em Enfermagem, Técnicos, Psicólogo. 

 

Anseiam apoio para a consolidação de seus registros cartoriais para estarem aptos socialmente a se fazer parceiros nas diversas sócio- ações.  

 

Descobriram entre si as afinidades artísticas, musicais e vem desenvolvendo o despertar da vocação e sua inter-relação indígena. 

Fonte: Eni Carajá e Adriana Fernandes Carajá

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Eni Carajá. Fonte: Eni Carajá, 2021.

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Encontro da Comunidade Carajá de Minas. Fonte: Eni Carajá, 2021

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Carajá

VISÃO GERAL

Família Carajá originada pela plena expulsão de indígenas no Tocantins (antigamente Mato Grosso/Goiás). Seu líder, que saiu ainda criança em função de presenciar chacina de seus pais e outros indígenas, fez um percurso de urbanidade e já adulto, constituiu uma família no eixo norte de Minas Gerais e sua Capital. Hoje essa família constitui-se de 120 pessoas vivendo na região metropolitana, são seis homens indígenas e três mulheres indígenas compondo essa ramificação e resistência e não utilizam indumentárias específicas devido a estratégias de sobrevivência. Estão na capital desde 1955, sempre foram negados a existência indígena, e mesmo fazendo parte de lutas urbanas na região do Bairro Cabana e outras localidades da Capital e Municípios da Região. Organizaram-se numa comunidade e reúnem-se para suas conversas étnicas, o que com a facilitação dos meios eletrônicos passou a ser mais amiúde.